Nenhum ego sobrevive ao mercado. É necessário um processo de lapidação, muita coragem e um propósito bem direcionado. E, mesmo com essa postura de sermos sempre aprendizes, há um grande desafio que todos os líderes enfrentam: não é o excesso de informação que nos confunde – não nos dias de hoje, com tanta tecnologia e conteúdo disponível para olhares afiados e com experiência em fazer filtros de qualidade.
Mas sim os pontos cegos.
E os pontos cegos têm algo de interessante: não é por falta de postura ou por falta de vontade que eles existem... mas por falta de perspectiva.
Minha atuação na Consultoria Negocial nasce da consciência de que grandes lideranças entendem o valor de estarem bem acompanhados de bons suportes técnicos que otimizem suas demandas e tornem a tomada de decisão algo mais fácil, rápido e eficaz.
Aos meus clientes, entrego verticalização do atendimento, personalização de demandas, documentos, procedimentos e muito olho no olho e conversa franca.
Atuo assim porque entendo que, muitas vezes, o que o empresário de verdade deseja não é alguém que diga o que ele deva fazer (como se alguém pudesse entender perfeitamente o próximo passo do negócio que ele mesmo construiu)... Mas com certeza ele pode se valer de informações que ficam em pontos onde, de onde ele está, como líder, como gestor, não é possível enxergar a ilha sem sair da ilha.
Meu papel é mostrar como está o oceano.
Acredito, com tudo que tenho e tudo que sou:
- No trabalho bem-feito e guiado por Deus;
- No valor da palavra cumprida;
- No poder de uma conversa que organiza o caos.
Justamente por isso, não ofereço soluções prontas, escaláveis ou superficiais. Mas, sim, ofereço, com as experiências profissionais e pessoais que possuo e com o arcabouço técnico de formação que lapido no dia a dia, a possibilidade de criar caminhos onde muitos apenas enxergariam barragens.